No ordenamento jurídico colombiano, há indivíduos reconhecidos como sujeitos de proteção especial (SEP). Entre eles, crianças, mães grávidas e lactantes, pessoas com deficiência e aqueles que pertencem a certas minorias requerem uma proteção reforçada, “dupla”, por parte do Estado e de todas as suas instituições. Isso ocorre por duas razões: em primeiro lugar, a situação histórica de vulnerabilidade e exclusão que esses grupos enfrentaram. Ninguém pode duvidar da marginalização com que, historicamente, foram tratados, por exemplo, membros de comunidades indígenas ou LGBTQ+.

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